terça-feira, 20 de maio de 2008

Macacos Gordos a fatia punk da goiaba

Por: Henrrique Roque


Já é fato “Na terra da goiaba o rock é o bicho”, o slogan do Goiaba Rock Festival não nega a nossa origem; sendo assim o movimento Punk não podia ficar de fora porque Punk Rock é o bicho. Acha que não??? Vamos lá aula sobre o movimento Punk.

Denomina-se cultura Punk os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas Punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Surgiu em 1970, na Inglaterra, o movimento vai contra todo e qualquer tipo de convencionalismo social, visa quebrar regras e preconceitos.

Por favor, não confunda o Punk com o Anarquismo... Os principais representantes do movimento Punk no rock’n roll foram as bandas Sex Pistols e Ramones, que souberam como ninguém apresentar o que o Punk tem de melhor. Entre outras é claro. Porém Inhumas não fica atrás, temos também nossa expressão Punk Rock.

Os meninos da Macacos Gordos – que de gordos não tem nada – vem detonando em todos os festivais; composta pelo ritmo rápido e intenso do batera Demur, a guitarra ensurdecedora e bem trabalhada de Gustavo, o baixo criativo e marcante de Jean Paulo e o vocal quente de Michel a banda sabe como ninguém como empolgar e chocar o público, seja ao vivo ou não.

Grande destaque também pelas letras fortes e marcantes que devem ser conhecidas por seu conteúdo, criticas políticas e sociais de alto nível. Sem mais embromação, posso dizer que estes caras prometem e cumprem e vem pra deixar a sua marca no rock’n roll nacional.

Seguem abaixo alguns links da banda MACACOS GORDOS:

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PALCOMP3

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BLOG PENSAMENTOS DE MACACO

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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Tempo?

Quando não se consegue terminar nada do que começa, acaba-se por desacreditar que vale a pena começar algo. Não ter aptidão pra nada; não poder dizer que é bom nisto ou naquilo. Isso realmente desanima qualquer espírito que tem consciência de sua mediocridade. Será mesmo preciso querer ter algo? Querer alcançar objetivos e dizer: eu sou isso, eu sou aquilo?
Começo a desconfiar da importância dos títulos. Soam como confirmação de toda limitação. Mas há pessoas que esperam de nós a comprovação de nossa inteligência. Talvez os títulos apenas corroboram a idéia de que a fragmentação do conhecimento, sugerida por Descartes em seu discurso do método, é relmente necessária, numa época onde, ainda por roupas, se diferenciam classes.
Àqueles que usam do conhecimento para fins de ganhos supérfluos, só resta a honra de serem a representação de uma sociedade imbecilizada. Será que os primeiros filósofos, tidos como naturais, eram melhores que o homem moderno, ou apenas despreocupados com tais futilidades?
Nos puseram pra correr; engarrafaram o tempo; mas esqueceram que o conhecimento anda a passos curtos, observando cada detalhe, analisando cada objeto. Ele, por mais eficaz que seja, não consegue alcançar o "mundo fast food". O sentimento de limitação, no mundo atual, é desgraçadamente natural. Somos filhos da produção em série. Cada um em seu lugar, sem invadir o espaço alheio.
Em um mundo de sete bilhões de habitantes, não se é nada senão número. Parte da engrenagem econômica, incansável, ininferrujável. É triste dizer isso, mas querer o máximo de conhecimento possível hoje, é impossível. Somos animais de fácil adestração; é necessário no mínimo dois séculos pra que aprendamos a agir de modo diferente.
Me cansei de querer escrever bonito; de querer saber todas as matemáticas; discutir todas as disciplinas; percebi que meu tempo não me dá tais privilégios.Viverei pra sempre com essa vontade não ter vivido. Pelo menos uma coisa conseguirei terminar: essa merda de vida mal vivida. Se me perguntam porque pensamentos tão pessimistas, respondo que são os mais sensatos a se pensar. Felizes aqueles que os ignoram.
Há algo bom em se pensar assim: perde-se rapidamente aquela demasiada alegria de viver; de se ser notado; de falar alto pra que todos ouçam. Saber que não se conhece nada, é um anestésico para a felicidade descontralada. Dói, mas é confortante pensar assim; traz pra si a discrição.
Chega de tanto falar nada pra tantos surdos pomposos.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Nós, os ladrões de mente

Será que somos anjos caídos que não quiseram acreditar que o nada é nada e, portanto nascemos para perder aqueles que amamos e os amigos queridos um por um e ao final nossa própria existência, para ter essa comprovação?


Sempre soube que o som do silêncio está em todo lugar e sendo assim tudo em todo lugar é silencio.
Sempre soube, mas nunca quis acreditar que um dia tudo isso aqui vai acabar, tudo vai passar e ao fim só sobrarão histórias pra contar e muito a aprender muito a ensinar. E ainda sobrará o ar... O ar... O ar...
Puro ar...sem ninguém pra respirar, sem ninguém pra ensinar sem ninguém pra aprender... Ou não... Ou o tudo, ou o nada... Talvez só o vazio sombrio... Obscuro... Ou Obsclaro.

De repente acordamos e vemos que o que achamos ser isto ou aquilo na verdade não é nada disso nem daquilo.
Ninguém pode ensinar nada a um homem, podemos apenas ajudá-lo a encontrar respostas dentro de si mesmo.
Ó dentes da terra que rangem, para onde tudo isso nos levaria a não ser para alguma eternidade dourada, para comprovar que sempre estivemos errados, para comprovar que a comprovação em si mesma não vale nada.

Em verdade somos escravos guiados com rédeas, tudo em prol de um bem maior, um bem egoísta, um bem cheio de si que não se faz só e é acrescentado com a necessidade de uma união interesseira, de um aglomeramento criando elos de dependencia, criando nós. Cegos nós.

E então todos nós, NÓS unidos um pelo outro pensando mais em si do que em qualquer outro, pedimos afeto, atenção, harmonia, amor, e esquecemos simplesmente que o outro na sua individualidade também carrega importâncias maiores. E o outro se faz egoísta também.

Podia ser diferente, mas não é.

Sociabilidade é só um grande sorrizão, e um grande sorrizão não passam de um monte de dentes.

No meu porão ratos milenares dormem sabiamente.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Layout

O que dizem sobre mudar a aparencia ??

Eureka!

Pensando o mundo antes do advento de qualquer meio de linguagem com fins de comunicação, percebe-se uma certa ambiguidade na discussão do homem como bom ou ruim naturalmente. Explico.
A partir da linguagem se limitou as noções do mundo. Milhares de plantas gigantes, se limitaram a "árvore", denominação pra tudo que se parecesse àquela coisa grande com "folhas"verdes. Se antes o homem matava era pra sobreviver, como qualquer outro animal que lutava por seu espaço e longevidade. Agia totalmente por seus instintos. Onde espero chegar com essa explicação? Perguntarão os que lerem tal pensamento.
As noções de bem e mal, são criadas pelos costumes vigentes em cada sociedade. Antes da criação das civilazações, como não eram necessárias noções e especificações, não importavam os meios utilizados pelo homem em sua alimentação ou convivência com a natureza."O homem é naturalmente bom, porém a sociedade o corrompe"(Jean-Jacques Rosseau: A origem da desigualdade entre os homens). Esse pensamento de Rosseau, observando agora por esse viés, não é totalmente insensato. O homem, dependendo das regras impostas pela constituição de um determinado local, sabe, por meio dos costumes, o que é bom e o que é ruim. Portanto, cabe a ele escolher. Não sei se fui claro, mas o homem, sendo capaz de discernir entre uma coisa e outra, dádiva conseguida por meio da linguagem e consequentemente socialização, não é bom nem ruim naturalmente, apenas individualista ou socialista dependendo da situação ou sistema.
Resumidamente, o que corrompe o indivíduo não é a sociedade em si, mas a sociedade com regras específicas nela seguidas. Se a sociedade é socialista, naturalmente a tendência é efetuar atitudes sociais, de bem ao próximo, se bem se entendeu a proposta do sistema. Agora, acompanhem meu pensamento: Por que essa discussão surgiu juntamente com o sistema capitalista, no século XVI? Obviamente, porque o capitalismo impõe a seus seguidores o individualismo, o enriquecimento próprio a qualquer custo, levando assim a crer que o homem, só se importando, a partir desse momento, consigo mesmo, é ruim.
O equilíbrio humano na natureza é evidente. Ninguém pode ser ruim, se não conhece tal expressão. É, o que a natureza pede, pois nela é apenas um animal.
Desculpem se passo certo dualismo em minha idéia, não querendo nem me pôr de um lado nem de outro, agindo como um apaziguador de nervos. Mas, conheça pessoas como as que conheço, e passe a acreditar na capacidade humana de escolher a bondade. O homem escolhe o que é, e isso é fato! Você sabe que enquanto se enriquece, empobrece alguém, numa medida igual e justa, como dita o capitalismo. Se faz isso, escolhe portanto prejudicar alguém, ou seja, escolhe o "mal". Se luta pela igualdade, luta pelo "bem" dos outros.
Somos seres inteligentes e aptos a nos guiar. Criamos linguagens pra denominar coisas, e acabamos por tropeçar em nossa criação, nos perdendo, cegos, apalpando as paredes da abstração, pra encontrar no fim uma luz. Mas é tarde, pois em meio a tantas abstrações, já perdidos e desnorteados, não conseguimos criar a saída, há muito tempo perdida. Tantos pensamentos, tanto dualismo, pra nada senão a cegueira.
Enfim, é isso. Espero ter sido claro, embora cego, em minha argumentação. Gostaria de ter mais espaço pra melhor exemplicar minha idéia, mas qualquer texto já enche o pensamente de macaco e acaba por deixá-lo enfadonho. A objetividade, que se espera em qualquer texto hoje, não consigo ter.
Mundo apressado. Um dia há de tropeçar em suas próprias pernas.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Cogito ergo sum

Sabe-se certamente que, espíritos contemplativos que por si só sonhadores, passam a idealizar certas características que sempre, por simples razão de descontentamento descabido, estiveram em suas idéias, são procuradores do que fazer, sempre inventando modos e modas para por algum motivo se sentirem bem com seu espírito, ao mesmo tempo inquieto. Seres assim são os mesmos das ciências, das mutações, do avião, do ônibus espacial, do átomo, do sabonete. São seres que não contentadores da natureza como é, procuram com idéias mudar, diferenciar.

Há pouco estiveram impondo costumes, mudando civilizações, miscigenando povos, modificando raças, em um milésimo de segundo da espectativa espacial. Agora se acham donos do tempo; o medem, porém não o controlam; se movem junto a ele, sem perder a concentração temporal. Se julgam donos até de si mesmos; mas não sabem que tudo que sabem é o não-saber.

Outrora quando os povos ainda respiravam um terço da liberdade que por aqui passava, quando tinha-se ainda a certeza de um homem bom ( não seria equilibrado?) que por meio do acaso criava e aperfeiçoava seu modo de vida, inovando sempre, se sabia ao certo o significado da inspiração. . Mas, pensemos também: Será que apenas o acaso mudava a vida dos humanos? Ou também a ajuda que a inspiração humana dava com suas viagens cósmicas intelectuais primitivas?

Quando por meio de pensamentos realmente criados por meio do gasto do tempo, a civilização se fizer não mais pela simples inspiração institiva de suas criaturas, e sim pela razão, quando realmente nos guiarmos pelo que nos diferencia dos outros animais, é que a civilizazão se porá em felicidade.

Talvez continuarei um dia com minhas especulações acerca disso. Por hoje já me canso de tanto me humanizar e tentar criar explicações para as únicas e verdadeiras incógnitas da existência. Realmente, ao se pensar nisso, descobre-se em si escondida, um traço de humanidade, que em todos nós existe. Humanidade que se esquece de sua humanidade. De novo nos espanta com suas aparições repentinas, a ironia.

Até logo meus confrades!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Paranóia

Pálido paladar padece pacífico
Pacato, paralelo, paramilitar
Paramnésia populacional
Pobreza, poça podre
Pouco plausível
Plural pleonástico
Poética periférica
Prostitutas precoces
Predadores pagando por prazer
Primatas primitivos presos pelo putrefato puritanismo
Purgatório prodigioso produz perfeição
Promessa profilática prevenindo proliferação patética profana
Profano! Profanos! Profanação procriadora profanando pensamentos
Pensamentos! Pensamentos! PENSAMENTOOOSSSSS....
Profecia primeira, pioneira pintura
Peste pessoal pesarosa
Pronto, petrificado
Perfeição prodigiosa produz purgatório
Perguntas ?
Pura paranóia.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

A goiaba verde vai ficar madura...

Meu cachorro uma vez me disse:
- O mundo não é nada além da mente e a mente não é nada além do mundo.
E daí, eu perguntei:
- Qual é o significado maior disso tudo?
E com aquela cara mais lerda cheia de baba, ele responde: Florzinhas do campo.
- Florzinhas do campo?
- Mas e daí, o que as florzinhas do campo têm a ver com tudo isso?
- Elas são bonitinhas ora, exalam perfume, não dizem nada, apenas desempenham suas funções, tranqüilas, serenas, são verdadeiramente sábias.
E dai? Flores não pensam, nós humanos é que pensamos, sentimos, sonhamos.
Ao final de tudo, todo mundo enxerga o mundo como se o mundo todo, fosse um mundo dos sonhos. Mas caramba o mundo todo é real. As flores são reais, as pessoas são reais, as montanhas o por do sol, tudo que nos cerca é pura realidade. Quando escrevemos o que sentimos, não é fantasia, é tudo puramente real, minhas idéias, suas idéias se imortalizando devagarzinho. Letra por letra. Nosso dinheiro é real, precisamos dele.... Me dá 1 real .
Merda! Dor ou amor, perigo ou problemas, fazem com que você sinta medo, assustado como se estivesse a beira de um penhasco. Tudo muito real, é sim.
Olhos nos olhos, bocas falantes, idéias fumegantes brotando quentinhas meus amigos.
Seus ideais são os meus ideais... Em alguns pontos é claro...
Onde estão nossos sonhos passados? Eles não morreram, só mudaram de proporção.
Verdadeiramente amadureceram como a goiaba que era verde, e agora está madura.
Cuidado! Uma hora ela apodrece.
Não forme concepções a respeito da realidade da existência, nem sobre a irrealidade da existência. Em outras palavras:
As algemas vão ficar macias e os cassetetes vão cair por terra, vamos em frente e sejamos livres de qualquer maneira.
Alegrem-se escravos, e horrorizem essa sociedade dócil.
Somos verdadeiramente zen-lunáticos, outra hora explico.
Sentem-se com a verdade sob uma árvore solitária, onde quer que estejam...
Saibam que somente as formigas e as abelhas sabem ser perfeitas comunistas...
O universo inteiro mastigado e engolido... Uma alucinação adoravel...
Seus malucos...

Só vocês mesmos pra lerem essas merdas.....

Minha banda, minha vida

Nós, seres capazes de construir arranha-céus, naves voadoras, energia atômica, tornamos por demais complexas as simples abstrações da vida, como felicidade, união, bondade etc. Somos sim naturalmente animais egoístas, pois é isso que vivemos por primeiro no mundo. Precisamos ser tratados pra que nos desenvolvamos. Porém há em nós uma dádiva, o pensamento. Somos ruins, egoístas, miseráveis naturalmente, contudo podemos discernir sobre o modo que queremos ser, se queremos destruir ou ajudar. Por isso somos os mais feios e belos seres do mundo.

Sempre desconfiados, criando um escudo ao seu redor:"sua liberdade acaba no momento em que começa a do outro". Justificativa para o individualismo. Estamos todos no mesmo poço imundo, cheio de fezes produzidas por grandes homens apoiados em grandes não-homens. Mas é impossível perceber isso vivendo pra si, limitando-se a si. É preciso que se conheça homens bons, aqueles que usaram de sua massa cefálica pra aprender, pra ensinar, pra serem diferentes e ironicamente normais. Homens assim, poucos têm a oportunidade de conhecer, pois não é comum encontrar o belo no meio de tanto horror.

Aqueles que tiveram a felicidade de encontrar tais homens, que os têm como amigos, devem se considerar muito afortunados, especiais, pois quem se mistura ao bom se contagia, se torna bom. Desses poucos indivíduos é que se tira a última força pra lutar. Ainda, por eles, se acredita na redenção humana. Assim, após haver refletido tanto, pensa-se em mostrar o que viu, porque se entendeu, todos são capazes do mesmo. Mas infelizmente o que se vê é a ignorância do bom, do certo, do comum, pois todos já foram educados segundo os preceitos do ódio. Entretanto quando finalmente se desiste de tentar, lá na frente se vê uma luz, mas não no fim de um túnel, e sim refletida pela face iluminada de anjos verdadeiros, sem asas, mas que alçam vôos maiores que qualquer nave construída pela engenharia humana. Lhe estendem a mão e dizem: Grande irmão, erga-se e lute, pois tem as armas de que precisa, a coragem e a bondade.

Sinto minha visão ofuscada pelos que me rodeiam, mas aos poucos consigo ver que estou no meio certo, sóbrio, superior. Me emociono ao pensar isso. Às vezes me senti só com meus estranhos pensamentos. Mas agora não, agora sei que existem pessoas como eu, que estão se desenvolvendo e não para o mal mas sim para o bem. Pessoas que choram, não pela perda de mais uma namoradinha ou por não ir ao show do Chiclete, e sim pela infelicidade de ter nascido humano, ser pensante, capaz de perceber a própria miséria, por tentar tantas vezes se superar e deparar-se com a tão humana limitação, por ver que estamos de mãos atadas e não podemos ajudar quem tanto precisa. Choramos pelo mundo, que morre, que se mata, que se destrói. Talvez tenhamos que carregar no peito a dor que todos ignoram. E carregamos, sem medo do que possa nos acontecer.

Enfim, "tanto faz, nesse mundo ninguém é perfeito, mero cidadão ou filho de prefeito, todos cagando e respirando gás, é a metamorfose que nos faz iguais".

Ei vocês! Obrigado por existirem. Por me possibilitarem essa experiência da verdade. É, vocês mesmos! Amigos pra toda hora. Que sozinhos anseiam mudar o mundo. Que são bons porque assim escolheram ser. Vocês, homens especiais, únicos. Amo a todos! Que isso dure muito, de modo que se torne infinito. Infinito em nossos corações, em nossos atos, em nossos pensamentos de macaco!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Desfazendo amarras....

O bom bodisatva sempre se questiona sobre tudo.
O bom bodisatva chora, e se questiona porque chora.
Tenho grandes amigos bodsatva, amigos de verdade.
Gosto de ficar ao lado deles quando estao bebados e fedendo fumaça.
Gosto do quanto são francos, sinceros, honestos, verdadeiramente amigos.

Me doi ve-los sangrando por suas chagas nos corações.
Das minhas chagas também correm sangue.
Digo corações porque ainda acredito em pessoas boas.
Se elas existem, são meus amigos.
E mesmo que distantes, sempre me lembro deles...Sempre...
Se estão tristes, me entristeço junto a eles.
Amigos que eu nem sei se sentem o que sinto por eles... mais sinto...
Sei que são bodisatva... Ou seja "anjos sábios".
E tenho plena certesa que são homens bons...
Fiquei muito feliz de ver o Gustavo se preocupando com o Michel à respeito dos óculos e tudo mais.
Nunca me esqueço de quando o Jean disse que via em nós verdadeiros amigos, e disse que se falasse mais poderia chorar...
Tantos negam o choro, que alivia tanto... que lava a alma... é bonito isso...
Quando o michel disse um "Eu te amo meu irmão". Sempre o tive como um irmão mesmo.
Só vocês são capazes de saltar sobre as amarras do mundo e sentar-se comigo entre núvens brancas...
Muito obrigado meus irmãos... De coração....

ffonrims & notlrac

Estou bêbado, bêbado e cheirando a fumaça... sou eu um egoísta ou um fraco, um inocente ou um fraco, uma mente que se preocupa demais ou um fraco... Talvez seja um fraco, talvez seja apenas a mente embriagada de um cara cheirando a fumaça, ou talvez eu seja a fumaça, por que não a embriaguez. Estou sozinho e bêbado, sozinho e cheirando a fumaça, seria eu um mendigo ou um bilionário?? Eu nem mesmo tomei banho hoje, por que deveria salvar o mundo? não sou
um bilionário mas estou embriagado, talvez pelo cheiro de fumaça, ou talvez pelo cheiro de sangue e fezes, isso mesmo fezes, eu nem mesmo tenho um bom sistema de descarga no banheiro, talvez por isso não tenha tomado banho. Todos escrevem bonito, eu escrevo feio, talvez por que esteja bêbado, talvez por que neste exato instante eu não me importe mais. Talvez hoje eu já nao queira ser diferente do meu pai, talvez hoje eu veja que ele sempre teve a razão... será que em algum lugar próximo a Betelguese tem algum lugar próximo de mim... talvez lá todos estejam cheirando a fumaça, talvez lá a liberdade não seja um sonho idiota de poucos que sonham ou talvez eu tenha que me contentar... Minha garganta está anestesiada, talvez pela fumaça, ou
talvez por que seja meu destino me calar, não tenho fome, não tenho música, já passa das 22:00 e nao quero acordar os vizinhos. Por que escrever besteira pra quem quer ouvir milagres e belas obras? Talvez eu seja mais um idiota sangrando pelas doenças do coração, ou talvez apenas queira lhes dizer: "Cara, as pessoas são más", o Michel tinha razão, não vou mais acreditar na bondade, por que a bondade sucks, os bons humanos são aqueles que tiveram a sorte de nascer como cachorros ou gatos ou talvez... ornitorrincos. Não quero vos decepcionar com esse textículo, apenas quero mostrar que meu bafo as vezes é podre e como tenho poucos para escutar... que escute meus poucos amigos! Que meus poucos amigos escutem e reconheçam todas as merdas que tenho guardadas em uma cabeça de macaco, minha cabeça de macaco, uma cabeça tenho que confessar.... de macaco, pensei agora "Termina logo", mas eu não tenho nada mais o que fazer, só tenho uma cabeça de macaco cheirando a fumaça. Se fosse egoista lhes diria que estou triste, mas não tenho corajem... pessoas morrem de fome, morrem sem cabeça, morrem... como eu posso me
permitir a tristeza? como eu posso lhes dizer poucos e bons amigos que estou triste? isso
seria uma inconsciencia absurda, pra terminar de dizer o que provavelmente lhes faz pouco sentido, por não saberem do ovo ou da galinha só me resta ir dormir por que o gordo do Mike me disse que amanhã será um 'better day'. Me desculpem se esse pensamento de macaco não foi tão bonito, ou talvez não tão inspirador, talvez nem um pouco artístico, talvez mais um vômito, talvez tão estranhamente ruim quanto uma bicicleta sem asas em pleno hiperespaço, mas esse é o retrato sincero de mais uma noite, de fumaças e embriaguez, de choro e de vergonha... Mas eu sei contornar...

 Eu não quero volta ao passado. Precisamos reacreditar. "Vou realocar meus investimentos assim serei inteligente e adequado ao mundo at...