Sigo por aí, sem saber por onde ir
Tentando não seguir os passos de alguém
Pra evitar decepções prefiro alucinações
Aí tudo bem, tudo bem, tudo bem
Tenho o trabalho de pensar bem devagar
Pra evitar da minha cabeça pirar
Cada um dos meus amigos é legal
Me visitaram no hospital,
Quando tive cólica nos rins, nos rins nos rins.
Sempre estranhei pensar um pouco diferente
Lembro de duvidar de Deus na quarta série
Minha mãe me levava à missa e eu dizia que preguica
Por que é tão importante se ajoelhar.
Nesses alguns anos de vida, as vezes penso que a saida
Está bem perto de chegar
Faço tantas reclamações, e tão poucas aspirações
A infancia é o melhor lugar pra se sorrir.
Lembro de querer ser cientista,
Daqueles bem otimistas, com problema ocular
Mas agora que cheguei bem perto,
Vejo que esse mundo é tão esperto quanto um alface do mar.
Para onde foram as emoções, se tudo é apenas algo a se publicar
Não aproveitam o que tem, só querem ser melhor que alguém
E o restante, tanto faz, tanto faz
Mas sigo por ai, tentando não desistir
Todo ferido por mil marcas de desdém
Com aquela dor no coraçao de quem perdeu a emoção
E não mais tem, um porquê pra seguir.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz natal pra você
Me perguntou porque de eu estar tão triste:
A tristesa as vezes não tem razão.
Sem motivo, só tristesa. Tristesa e ponto.
Seria esse o natal mais triste de todos os natais tristes.
Seria esse o natal mais só de todos os natais solitarios.
Mesmo com tanta festa, mesmo com tanta gente.
Mais não era a solidão o motivo.
Era a tristesa mesmo que vinha do nada.
De algum buraco negro de algum lugar.
Meu cão esfrega nas minhas pernas e pede carinho.
O natal pra ele também está sendo triste.
Também está sendo só.
Vou dar atenção pra ele.
E pra você.
Ahhh vamos ver....
Pra você, FELIZ NATAL PRA VOCÊ.
A tristesa as vezes não tem razão.
Sem motivo, só tristesa. Tristesa e ponto.
Seria esse o natal mais triste de todos os natais tristes.
Seria esse o natal mais só de todos os natais solitarios.
Mesmo com tanta festa, mesmo com tanta gente.
Mais não era a solidão o motivo.
Era a tristesa mesmo que vinha do nada.
De algum buraco negro de algum lugar.
Meu cão esfrega nas minhas pernas e pede carinho.
O natal pra ele também está sendo triste.
Também está sendo só.
Vou dar atenção pra ele.
E pra você.
Ahhh vamos ver....
Pra você, FELIZ NATAL PRA VOCÊ.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Dentes postiços
Ei!!! Você... é você mesmo... pare, sente e reflita:
Assim como disseram os astronautas de Saturno, que um dia se sentiram encurralados por seus espíritos inquietos, cansados demais pra criarem, contra si mesmos, fantasmas tão fortes quanto os que a eles perseguiam, digo também h0je essa tão sensata proprosição: "Nada diga àqueles que nada escutam!"...
Por todos aqueles que viajaram pelas vias anárias de Zungstenía e atravessaram barreiras ditas instranponíveis, por todos que um dia sonharam alcançar os anéis de guamuttitéia, é, aqueles que de tanto tempo lá, enraizaram-se nos dedos de Amuseriasdia do norte, por todos esses digo, com o peito flamejante de um guerreiro esquecido pelo tempo: "Todo sonho só é sonho se não considerado digno de se tornar real!"
Ainda que pareça um mísero lapso nostálgico, mesmo que pra alguns palavras ditas sem sentido, são vãs manifestações de tédio reprimido, mesmo assim, me ajoelho perante a mim mesmo e escuto minhas próprias admoestações. Pois, se não consigo lidar nem comigo mesmo, como enfrentar tamanha complexidade, que se me apresenta com o singelo nome de "Mundo"?
Sim. O retorno traz consigo o sopro das primeiras vezes, a vida impregnada no primeiro impacto, a emoção de descobrir que tentar é o melhor caminho pra se descobrir, traz, antes de tudo, as naturais forças que de dentro do espírito brotam, num orgasmo tão puro, que parece estar desde sempre esperando pacientemente que se entenda, apenas se entenda.
Ei... Aonde vai? Por que, depois de tão lindas palavras se distancia de mim?
Não te agradam minhas indagações? Meus pensamentos?
Tudo bem... Era de se esperar...
Por que me engano?
Sei que escutar problemas alheios, pode distanciar-te de escutar os seus.
Vá... viva... É tudo que te resta!
Assim como disseram os astronautas de Saturno, que um dia se sentiram encurralados por seus espíritos inquietos, cansados demais pra criarem, contra si mesmos, fantasmas tão fortes quanto os que a eles perseguiam, digo também h0je essa tão sensata proprosição: "Nada diga àqueles que nada escutam!"...
Por todos aqueles que viajaram pelas vias anárias de Zungstenía e atravessaram barreiras ditas instranponíveis, por todos que um dia sonharam alcançar os anéis de guamuttitéia, é, aqueles que de tanto tempo lá, enraizaram-se nos dedos de Amuseriasdia do norte, por todos esses digo, com o peito flamejante de um guerreiro esquecido pelo tempo: "Todo sonho só é sonho se não considerado digno de se tornar real!"
Ainda que pareça um mísero lapso nostálgico, mesmo que pra alguns palavras ditas sem sentido, são vãs manifestações de tédio reprimido, mesmo assim, me ajoelho perante a mim mesmo e escuto minhas próprias admoestações. Pois, se não consigo lidar nem comigo mesmo, como enfrentar tamanha complexidade, que se me apresenta com o singelo nome de "Mundo"?
Sim. O retorno traz consigo o sopro das primeiras vezes, a vida impregnada no primeiro impacto, a emoção de descobrir que tentar é o melhor caminho pra se descobrir, traz, antes de tudo, as naturais forças que de dentro do espírito brotam, num orgasmo tão puro, que parece estar desde sempre esperando pacientemente que se entenda, apenas se entenda.
Ei... Aonde vai? Por que, depois de tão lindas palavras se distancia de mim?
Não te agradam minhas indagações? Meus pensamentos?
Tudo bem... Era de se esperar...
Por que me engano?
Sei que escutar problemas alheios, pode distanciar-te de escutar os seus.
Vá... viva... É tudo que te resta!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Poesia curlta
Ei! alma sã
Prima de satã
Vestida de palavras e auto-estima
Ei! vítima do ego
Feito o elo, vencido pelo prego
Você acende mais do que ilumina
Ei! poeta de aparências
que culpa o incerto se o provável declina,
Ei! poeta de aparências
prefiro as prosas do que suas rimas
Prima de satã
Vestida de palavras e auto-estima
Ei! vítima do ego
Feito o elo, vencido pelo prego
Você acende mais do que ilumina
Ei! poeta de aparências
que culpa o incerto se o provável declina,
Ei! poeta de aparências
prefiro as prosas do que suas rimas
Fé da puta
Enquanto cozinhava meus pés em banho-maria sentia o mercúrio subir à minha cabeça e dizer com um sorriso agradável no rosto: "Olá, sou um elefante vermelho na puberdade!", mas essa não era a parte estranha, pode parecer estranho, mas não era, ainda é, como disse? Me esquivei em algum momento e isso realmente causou um impacto anti-gravitacional nas minhas vontades... tendências contemporâneas já não me fazem a cabeça, os inesquecívelmente incomodos ciclos de quatro anos voltaram, eles sempre voltam, e sempre me encontram onde quer que eu esteja, ou ache que esteja.
Meu maior inimigo é realmente aquilo do que mais me orgulho? será que somente encontrarei a estrada certa quando me abster do que chamo minha realidade? afinal, felicidade é alienação? ou alienação é fugir da felicidade assim como Deus foge das obrigações? acho que sou menor que meus anseios, minhas vitórias são fúteis, egoístas e sem sentido. Onde está o sentido das coisas, aquilo que não me fazia falta quando criança, aquilo do que sempre fugi, hoje me golpeia, eternamente, hoje...
Meu maior inimigo é realmente aquilo do que mais me orgulho? será que somente encontrarei a estrada certa quando me abster do que chamo minha realidade? afinal, felicidade é alienação? ou alienação é fugir da felicidade assim como Deus foge das obrigações? acho que sou menor que meus anseios, minhas vitórias são fúteis, egoístas e sem sentido. Onde está o sentido das coisas, aquilo que não me fazia falta quando criança, aquilo do que sempre fugi, hoje me golpeia, eternamente, hoje...
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Distorções
Os humanos distorcem todos os verbos e adjetivos que poderiam os tornar deuses astronautas de outros mundos.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Falta de foco
Por que o feminismo nem sempre é feminista, sendo que o machismo é sempre considerado machista. A questão é subjetiva e não envolve lógica proposicional, considere uma esfera biodegradável, se um lado se mostra podre, ele oculta, inevitavelmente, um outro lado podre, ou não. Agora considere-se podre, tente se esconder dando uma volta em sentido tanto-faz horário em torno de seu Greenwich imaginário, talvez consiga... mas o mais provável é que te acusem de algo podre e dissimulado enganador de criancinhas e avós indefesas. A percepção não é o que nos engana, nós nos enganamos por usar experiências como premissas em julgamentos que levarão a conclusões futuras e consequentemente, prováveis erros. Por isso alguns conseguem ganhar apenas por estarem do lado contrário, negando tudo, desacreditando em nada e em tudo, tudo ao mesmo tempo, e desacreditando no tempo e se questionando sobre a profundidade de sua descrença e esperando por algo... E enquanto espera o tempo passar, percebe que só quem passa é a fome, a fome de tudo, e vai... contra quantos "eus" terei que lutar, uma esfera não tem lados!!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Ao amigo agora distante que preferiu outro caminho senão aquele do amor
Dessa vez elas viriam como a morte, arrancando de nós de forma brusca os amigos.
As esperanças verdes nunca findam, infelizmente aos poucos vão se extinguindo.
De fato arrastaram tantos pra zonas abissais.
Os humanos são mesmo uns escravos de si.
Lastimável.
Paixões e vícios atormentam tanto.
O ditado sempre esteve correto, a carne realmente é fraca, resistir é muito tentador.
Findar vícios e paixões é complicado, é preciso disciplina. Repito: disciplina.
Questionarão-me: Porque está escrevendo isso, porque me desapegar das minhas paixões e vícios?
Direi: Disse um dia que quereis ser melhor, como o ser em tamanho desequilíbrio e tão ligado às paixões e aos vícios?
Ainda direi: Ainda não percebeis o quanto lhe quero bem, não entendeste ainda o significado da palavra amigo e quão importante é essa irmandade?
De alma inteira somos em todo pensamentos, e nossos pensamentos nos orientam, porque não entrar em uma outra sintonia?
Parece que não existe mais o amor, eu sei que você ainda o tem nesse peito latente.
Só dessa vez não vou ter medo de perder.
Elas já haviam me vencido desde o seu primeiro trago.
Diante dessa perca
Roguei a qualquer força
Orei aos céus
Gotas de entendimento
A fim de te salvar, as esperanças se extinguem e parece que só vai restar
Saudade.
As esperanças verdes nunca findam, infelizmente aos poucos vão se extinguindo.
De fato arrastaram tantos pra zonas abissais.
Os humanos são mesmo uns escravos de si.
Lastimável.
Paixões e vícios atormentam tanto.
O ditado sempre esteve correto, a carne realmente é fraca, resistir é muito tentador.
Findar vícios e paixões é complicado, é preciso disciplina. Repito: disciplina.
Questionarão-me: Porque está escrevendo isso, porque me desapegar das minhas paixões e vícios?
Direi: Disse um dia que quereis ser melhor, como o ser em tamanho desequilíbrio e tão ligado às paixões e aos vícios?
Ainda direi: Ainda não percebeis o quanto lhe quero bem, não entendeste ainda o significado da palavra amigo e quão importante é essa irmandade?
De alma inteira somos em todo pensamentos, e nossos pensamentos nos orientam, porque não entrar em uma outra sintonia?
Parece que não existe mais o amor, eu sei que você ainda o tem nesse peito latente.
Só dessa vez não vou ter medo de perder.
Elas já haviam me vencido desde o seu primeiro trago.
Diante dessa perca
Roguei a qualquer força
Orei aos céus
Gotas de entendimento
A fim de te salvar, as esperanças se extinguem e parece que só vai restar
Saudade.
sábado, 8 de novembro de 2008
Por que não?
Postarei hoje...
Porém com a barriga derretida, cheia de azeitonas de preço inestimável, dando-lhe um sabor incomparável.
Quero pagar, agora, o preço por ter dito que nunca enfiaria a mão no bolso.
Pois, mesmo furado, comporta ainda, riquezas às vezes parecidas com ouro achado nas minas escondidas no fundo do mar, lá, onde as placas se encontram e numa estranha "almanaka"( lugar onde os povos andarilhos dos desertos arábicos se reuniam pra pôr as conversas em dia) fazem estremecer a mais sólida das construçôes macaco-humanas.
Mesmo assim, com excêntrica razão, pretendo parar de culpar as formigas por fazerem o "trabalho"( palavra derivada do latim Tripalhium - instrumento de tortura utilizado nos vencidos, pelos povos vencedores)delas, porquanto apenas tentam não perder para os que sempre ganham...
Macacos, formigas, tanto faz. Falar deles também. Por que não,
Se se é humano, num mundo cheio deles!?
Porém com a barriga derretida, cheia de azeitonas de preço inestimável, dando-lhe um sabor incomparável.
Quero pagar, agora, o preço por ter dito que nunca enfiaria a mão no bolso.
Pois, mesmo furado, comporta ainda, riquezas às vezes parecidas com ouro achado nas minas escondidas no fundo do mar, lá, onde as placas se encontram e numa estranha "almanaka"( lugar onde os povos andarilhos dos desertos arábicos se reuniam pra pôr as conversas em dia) fazem estremecer a mais sólida das construçôes macaco-humanas.
Mesmo assim, com excêntrica razão, pretendo parar de culpar as formigas por fazerem o "trabalho"( palavra derivada do latim Tripalhium - instrumento de tortura utilizado nos vencidos, pelos povos vencedores)delas, porquanto apenas tentam não perder para os que sempre ganham...
Macacos, formigas, tanto faz. Falar deles também. Por que não,
Se se é humano, num mundo cheio deles!?
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Sonhos
Há sonhos que são possíveis,
Há sonhos que não o são,
Há sonhos que são dilemas,
Dilemas sem solução.
Há sonhos que são perdidos,
No véu da obscuridade,
Há sonhos obscurecidos,
No breu da mediocridade.
Há sonhos de toda casta,
Há sonhos que saem à toa,
Pois, pensam que o sonho basta.
Por Helio Baragatti Neto
Há sonhos que não o são,
Há sonhos que são dilemas,
Dilemas sem solução.
Há sonhos que são perdidos,
No véu da obscuridade,
Há sonhos obscurecidos,
No breu da mediocridade.
Há sonhos de toda casta,
Há sonhos que saem à toa,
Pois, pensam que o sonho basta.
Por Helio Baragatti Neto
Aqueles que tiveram o azar de perder quem julgavam ser o amor de suas vidas.
Amores vêm
E vãos,
Se vão,
Mas, não,
Nem vêem
Se vão,
Ou não,
Ao vão,
Da desilusão.
Por Helio Baragatti Neto
E vãos,
Se vão,
Mas, não,
Nem vêem
Se vão,
Ou não,
Ao vão,
Da desilusão.
Por Helio Baragatti Neto
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