Subornando a natureza, pegarei tudo que tenho e trocarei pela chuva magnífica.
Nem quero saber o que ela faria com meus pertences todos, pagando pela chuva quero chuva.
Novas sementes de esperança hão de brotar, então o tudo mais vai crescer e florescer e dar frutos.
A água moverá turbinas e a energia gerada proverá lucros.
Hei novamente em um ato de suborno comprar mais chuva.
E em desnexo sintônico o céu chorará de alegria.
Eu sei, novamente o ciclo se repete... AHAM...
A esperança denovo brota e tudo se nos renova.
Naquele tom índigo novos olhos se abrirão.
Velando,velando.
Nossas mãos formigarão, encontrarão a dormência rapidamente e então entenderemos o sentido da vida.
Saberão no entanto todas as nossas fraquezas.
Nos irão atazanar.
Atacarão de todos os lados.
Dirão: É castigo de Deus.
Nunca entenderão.
Muitos cairão por terra, os FORTES hão de receber a Glória.
Tia Gloria então fará deliciosos pães de queijo e um café quentinho.
E no elogio subornístico que a alegrará, no dia seguinte novamente nos alimentará.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Sim, nós temos bananas!
Sempre me arrependo de coisas que não fiz, e isso acontece em diferentes escalas dentro de minha cabeça/vida/mundo/universo, por muito tempo vem acontecendo e parece querer continuar infinitamente (decidi não morrer nessa vida atual/estranha/confusa), alguns chamam isso de "burrice", soubessem eles o que eu quase ainda já não sei, chamariam assim como eu de "chimbreas".
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Comi demais...
Foram duas pamonhas, 600ml de soda limonada.
Depois ela veio me perguntar:
O que seria preciso pra conquistar um homem...
E o que seria preciso pra conquistar uma mulher...
Como elas pensam nisso! Parece a maior preocupação, é incrivel!
Disse pra ela que um belo par de seios e uma bunda impinada quase que resolvia tudo, mas que se fosse também uma compahia agrádavel valeria à pena...
E a respeito da conquista de uma mulher, disse que as mulheres precisam de atenção, de serem ouvidas, de cavalheirismo e de um bom papo...
Ela gostou da resposta, mais e dai?
Cara eu tinha comido demais, tava esplodindo.
Me toquei que elas pensam muito nisso e que 80% de todas elas quando acham o assunto agradavel ele sempre está relacionado à mesma questão...
A loucura realmente é mais agradável, felizmente sou daqueles otimistas sempre crendo que tudo vai dar certo, que a lei da atração funciona...
Pura tolice, ou talvez funcione mesmo sei lá....
Só sei que as mulheres,as mulheres meu cumpadi... eta povim que dá trabalho...
Mais agora é hora de ir pro banheiro porque sinceramente:
Comi Demais
Depois ela veio me perguntar:
O que seria preciso pra conquistar um homem...
E o que seria preciso pra conquistar uma mulher...
Como elas pensam nisso! Parece a maior preocupação, é incrivel!
Disse pra ela que um belo par de seios e uma bunda impinada quase que resolvia tudo, mas que se fosse também uma compahia agrádavel valeria à pena...
E a respeito da conquista de uma mulher, disse que as mulheres precisam de atenção, de serem ouvidas, de cavalheirismo e de um bom papo...
Ela gostou da resposta, mais e dai?
Cara eu tinha comido demais, tava esplodindo.
Me toquei que elas pensam muito nisso e que 80% de todas elas quando acham o assunto agradavel ele sempre está relacionado à mesma questão...
A loucura realmente é mais agradável, felizmente sou daqueles otimistas sempre crendo que tudo vai dar certo, que a lei da atração funciona...
Pura tolice, ou talvez funcione mesmo sei lá....
Só sei que as mulheres,as mulheres meu cumpadi... eta povim que dá trabalho...
Mais agora é hora de ir pro banheiro porque sinceramente:
Comi Demais
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
O por que das saudades
Estranhas saudades, o que é nostalgia, o que é solidão?
A imagem que voa livremente decide estar em outro lugar
Um lugar não tão distante, mas inalcançavel
Um lugar que um dia também foi triste, hoje não é nada,
Mas é belo, nas lembranças.
Fotos de um dia qualquer, e já se passaram alguns anos
Desde que essas mesmas idéias se tornaram inquilinas
Elas se fazem perceber, notáveis e boas pagadoras
Dos sonhos que se foram, a distração me fez esquecer
Mas quando, à noite, o silêncio inicia a conversa, escuto
O eco calejado de um grito que não é mais tão convicto,
Um grito velho e aprisionado.
Maldita cabeça que não pensa nada agradável,
Malditos tormentos infantis e poderosos,
Maldita boca sempre fechada
Malditos poetas e suas belas palavras
Enganadores...
Chore por seu passado idiota,
Pelo presente não recebido,
E pelo futuro que não chegará.
Seja feliz, mesmo sendo pessimista
Seja livre.
A imagem que voa livremente decide estar em outro lugar
Um lugar não tão distante, mas inalcançavel
Um lugar que um dia também foi triste, hoje não é nada,
Mas é belo, nas lembranças.
Fotos de um dia qualquer, e já se passaram alguns anos
Desde que essas mesmas idéias se tornaram inquilinas
Elas se fazem perceber, notáveis e boas pagadoras
Dos sonhos que se foram, a distração me fez esquecer
Mas quando, à noite, o silêncio inicia a conversa, escuto
O eco calejado de um grito que não é mais tão convicto,
Um grito velho e aprisionado.
Maldita cabeça que não pensa nada agradável,
Malditos tormentos infantis e poderosos,
Maldita boca sempre fechada
Malditos poetas e suas belas palavras
Enganadores...
Chore por seu passado idiota,
Pelo presente não recebido,
E pelo futuro que não chegará.
Seja feliz, mesmo sendo pessimista
Seja livre.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Um x-bacon, por favor
Alguém disse, morto vivo, outro disse, um cara estranho,
sem antes tentar descobrir o porque das mudanças bruscas de assunto.
Não estava se esquivando, mas por assim parecer, alguns disseram, idiota!,
e realmente parecia idiota, mas a opção torna a loucura admirável, ou não?
Não, ele é mesmo um idiota daqueles bem idiotas, pois foi assim que disseram, por que discutir?...
Alguém disse que ele não sabe o que quer, outros disseram, indeciso até os ossos, poucos disseram, "um x-bacon por favor", o que é até um pouco sensato visto que ele não trabalhava lá, estava apenas observando para fazer igual quando chegasse em casa - alguns perceberam a falta do uniforme, outros preferiram fazer o pedido ao vira-lata que entrou em busca de janta. Humanos! Realmente bem humanos às vezes...
Sinceramente, o melhor é não ter certeza de nada, quem você é?, o que quer ser? por que ser? por que tentar?
Alguns são felizes fazendo sanduíches em um planeta distante, outros preferem sentar e esperar para assistir ao fim de tudo - 4 vezes seguidas, no mínimo -, mas afinal, existe alguém errado?
Me disseram que sim, mas já me disseram muitas coisas, muitas delas estavam
escritas em algum lugar "positivamente mórbido", dos quais não frequento.
Pessoas sempre dizem coisas, existem mais bocas do que cérebros nesse pequeno e pálido ponto azul! "Um x-bacon por favor!"
sem antes tentar descobrir o porque das mudanças bruscas de assunto.
Não estava se esquivando, mas por assim parecer, alguns disseram, idiota!,
e realmente parecia idiota, mas a opção torna a loucura admirável, ou não?
Não, ele é mesmo um idiota daqueles bem idiotas, pois foi assim que disseram, por que discutir?...
Alguém disse que ele não sabe o que quer, outros disseram, indeciso até os ossos, poucos disseram, "um x-bacon por favor", o que é até um pouco sensato visto que ele não trabalhava lá, estava apenas observando para fazer igual quando chegasse em casa - alguns perceberam a falta do uniforme, outros preferiram fazer o pedido ao vira-lata que entrou em busca de janta. Humanos! Realmente bem humanos às vezes...
Sinceramente, o melhor é não ter certeza de nada, quem você é?, o que quer ser? por que ser? por que tentar?
Alguns são felizes fazendo sanduíches em um planeta distante, outros preferem sentar e esperar para assistir ao fim de tudo - 4 vezes seguidas, no mínimo -, mas afinal, existe alguém errado?
Me disseram que sim, mas já me disseram muitas coisas, muitas delas estavam
escritas em algum lugar "positivamente mórbido", dos quais não frequento.
Pessoas sempre dizem coisas, existem mais bocas do que cérebros nesse pequeno e pálido ponto azul! "Um x-bacon por favor!"
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Orbital – Mente
Triplos, contratempos repentinos e eternos.
Distorções, graves jargões.
Timbres que corrompem cristais.
Harmônicos que ensurdecem Leões.
O couro forte dos tambores.
A madeira envelhecida por 19 anos.
Palavras claras, mas pesadas.
A água ainda jorra pelos canos.
Todo objeto é igual a si mesmo.
O óbvio ainda não é bom e não satisfaz.
O desnexo sim, porque ele acompanha os pensamentos.
E é mais presente que o óbvio.
Sempre buscando resultados.
Resultados que sonharam pra você.
Mas e se ainda não for sua hora?
E se não for da sua vontade?
Sua vontade não conta?
Qual é a sua culpa?
Somos em verdade um bando de preconceituosos.
Desse mal temos que nos libertar.
Contratempos triplos eternos e repentinos.
Graves jargões, tantas distorções.
Cristais que se rompem.
Harmônicos que calam Leões.
O couro é frágil, onde estão os tambores?
A madeira já foi queimada.
Palavras pesadas escurecem nossas vidas.
Não há mais água.
A fonte da juventude secou.
Distorções, graves jargões.
Timbres que corrompem cristais.
Harmônicos que ensurdecem Leões.
O couro forte dos tambores.
A madeira envelhecida por 19 anos.
Palavras claras, mas pesadas.
A água ainda jorra pelos canos.
Todo objeto é igual a si mesmo.
O óbvio ainda não é bom e não satisfaz.
O desnexo sim, porque ele acompanha os pensamentos.
E é mais presente que o óbvio.
Sempre buscando resultados.
Resultados que sonharam pra você.
Mas e se ainda não for sua hora?
E se não for da sua vontade?
Sua vontade não conta?
Qual é a sua culpa?
Somos em verdade um bando de preconceituosos.
Desse mal temos que nos libertar.
Contratempos triplos eternos e repentinos.
Graves jargões, tantas distorções.
Cristais que se rompem.
Harmônicos que calam Leões.
O couro é frágil, onde estão os tambores?
A madeira já foi queimada.
Palavras pesadas escurecem nossas vidas.
Não há mais água.
A fonte da juventude secou.
domingo, 3 de agosto de 2008
Uh!!!!!!!!!!!!
Quem sabe talvez um tiro?
Quem sabe talvez, qualquer coisa que me faça esquecer tudo de normal que há?
Mal sabia eu que desistir de tudo seria tão prazeroso. Já diziam filósofos por aí: " Os prazeres podem te completar, porém te desviam do seu verdadeiro intuito." Mas que intuito seria tão importante quanto aproveitar por completo a efemeridade de nossa imbecil existência?
Por que ser o que todos esperam que seja? Por que participar desse jogo estupidificante que se finda em um simples título? Viver pré definindo suas escolhas, pode a alguns, ser o melhor caminho pra se guiar; estabelecer estratégias para bem viver, pode pra alguns, significar sapiência; idiotas! Não enxergam que levar a sério isso que chamam de vida é a maior das imbecilidades. Perceber é, realmente, o melhor caminho; não é insensato quem o disse; pelo contrário, pensa muito bem no que diz, mesmo sem vontade de algo significar.
Há tempos pensava em ser visto, observado; Besteira! Tolice! Sou só mais um; vivo, penso, tomo decisões, fujo da realidade, como qualquer outro.
É imbecil até dizer tudo isso. demonstrar a todos o que sente, o que pensa. Por que? pra que? Me cansei. Poderia, o cansaço, vir antes. Antes de começar tudo isso. Todos esses pensametos. Inúteis pensamentos.
Àqueles que esperavam uma revolução pelas nossas mãos: minhas mais sinceras desculpas. Vivo meu repúdio. porém, faço pessoas felizes. É o que importa; ou não?
Tanto faz!!!!!!!!!
Quem sabe talvez, qualquer coisa que me faça esquecer tudo de normal que há?
Mal sabia eu que desistir de tudo seria tão prazeroso. Já diziam filósofos por aí: " Os prazeres podem te completar, porém te desviam do seu verdadeiro intuito." Mas que intuito seria tão importante quanto aproveitar por completo a efemeridade de nossa imbecil existência?
Por que ser o que todos esperam que seja? Por que participar desse jogo estupidificante que se finda em um simples título? Viver pré definindo suas escolhas, pode a alguns, ser o melhor caminho pra se guiar; estabelecer estratégias para bem viver, pode pra alguns, significar sapiência; idiotas! Não enxergam que levar a sério isso que chamam de vida é a maior das imbecilidades. Perceber é, realmente, o melhor caminho; não é insensato quem o disse; pelo contrário, pensa muito bem no que diz, mesmo sem vontade de algo significar.
Há tempos pensava em ser visto, observado; Besteira! Tolice! Sou só mais um; vivo, penso, tomo decisões, fujo da realidade, como qualquer outro.
É imbecil até dizer tudo isso. demonstrar a todos o que sente, o que pensa. Por que? pra que? Me cansei. Poderia, o cansaço, vir antes. Antes de começar tudo isso. Todos esses pensametos. Inúteis pensamentos.
Àqueles que esperavam uma revolução pelas nossas mãos: minhas mais sinceras desculpas. Vivo meu repúdio. porém, faço pessoas felizes. É o que importa; ou não?
Tanto faz!!!!!!!!!
terça-feira, 29 de julho de 2008
OIRÁCILER
Dançam zouk, rodopiam ébrios perto da fogueira.
Noite de lua cheia.`
Pés descalços na areia.
Trajes leves, noite ardente.
Ritmo quente.
Música latina acalenta.
Tudo esquenta.
Obsessão...
Lembrança do que nunca aconteceu...
Noite de lua cheia.`
Pés descalços na areia.
Trajes leves, noite ardente.
Ritmo quente.
Música latina acalenta.
Tudo esquenta.
Obsessão...
Lembrança do que nunca aconteceu...
terça-feira, 22 de julho de 2008
I don`t even care
Uma vez disseram: " corra, conforme a inclinação da ladeira; pois se desatentar pode vir a ter sérios problemas". A velha sabedoria dos que nada sabem. Suas leis e costumes. São como o morcego, gritando não importa o que, mas se safando de todos seus obstáculos.
Uma vez que a luz brilha, não entendem o que se vos depara. Explanações ao puro conforme o movimento. Desatentos? Não tão simples assim. Amedrontados? Se entregam ao lutar; ao profanar sua primeira lei pétria.
Como o pêndulo repetitivo, sem vontade nem motivos que os faça parar, apenas o tempo lhes é precioso. Do dorso, o frio que faz implorar o trópico. "Liberdade!!!"", gritam eles. Inversão. Apenas repetem o que um dia lhes sussurraram aos ouvidos; tão baixo que cada um entendeu algo diferente.
Eis o teatro da vida!
Só esqueceram de mostrar aos atores, a página final; onde todos percebem o sangue; e da armadilha tentam se livrar; e se afundam; e descobrem que o limite é o juízo final.
Uma vez que a luz brilha, não entendem o que se vos depara. Explanações ao puro conforme o movimento. Desatentos? Não tão simples assim. Amedrontados? Se entregam ao lutar; ao profanar sua primeira lei pétria.
Como o pêndulo repetitivo, sem vontade nem motivos que os faça parar, apenas o tempo lhes é precioso. Do dorso, o frio que faz implorar o trópico. "Liberdade!!!"", gritam eles. Inversão. Apenas repetem o que um dia lhes sussurraram aos ouvidos; tão baixo que cada um entendeu algo diferente.
Eis o teatro da vida!
Só esqueceram de mostrar aos atores, a página final; onde todos percebem o sangue; e da armadilha tentam se livrar; e se afundam; e descobrem que o limite é o juízo final.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Kbammm@!$%
Sintuosas palavras. Pompas formulando inquietações triviais. Difícil tirar do verme em putrefação sua beleza intrínseca. Ver que um tropeço significa desarmonia, não desatenção. Tirar de um escarro sua originalidade, seu cheiro único, sua cor que lembra os campos. Há mais vida num sosrriso sem dentes, que num aglomerado de fios e ferros que modulam a natureza.
sábado, 5 de julho de 2008
Verdade porque confuso
O som dos carros, dos escarros, dos escravos modernos
Ternos, eternos, externos, berros incertos
Com seus cigarros, sarros, raros momentos de lucidez
Talvez, burguês, marquês, farás uma vez o que sempre se fez
Os risos malditos, ouvidos, os gritos da classe que prende e acende o cigarro
Que tira seu sarro, produzem escarros de sangue e de pus
Que batem, que latem, que berram suas verdades ao pequeno que vê
De baixo, as partes podres que os perfumes doces escondem de você
Os mitos, os ritos, refletem em gritos os ditos tempos de glória
Que história, memória que esconde em si a lúcida simplória escória
Esbórnia, discórdia, clamores daqueles que clamam e amam viver
Porque, não querem ter na verdade a razão do porquê
Gritos, cigarros, latidos, escarros agora do lôdo vermelho do ser
Ser ou não ter, eis a má distribuição
Sãos, são aqueles que são lúcidos e que em vão vão
Ao encontro dos que nunca irão e sempre errarão o caminho
Sozinhos, perdidos com o mapa na mão esquerda
Esquerda, contrário, armário fechado pra quem não quer nada
Nada, estrada sem fim no sentido finito que nada tem e que tudo detém
Além, aquém, de quem quer nunca voltar pro final
Afinal, nada lá tem senão o fim
Ternos, eternos, externos, berros incertos
Com seus cigarros, sarros, raros momentos de lucidez
Talvez, burguês, marquês, farás uma vez o que sempre se fez
Os risos malditos, ouvidos, os gritos da classe que prende e acende o cigarro
Que tira seu sarro, produzem escarros de sangue e de pus
Que batem, que latem, que berram suas verdades ao pequeno que vê
De baixo, as partes podres que os perfumes doces escondem de você
Os mitos, os ritos, refletem em gritos os ditos tempos de glória
Que história, memória que esconde em si a lúcida simplória escória
Esbórnia, discórdia, clamores daqueles que clamam e amam viver
Porque, não querem ter na verdade a razão do porquê
Gritos, cigarros, latidos, escarros agora do lôdo vermelho do ser
Ser ou não ter, eis a má distribuição
Sãos, são aqueles que são lúcidos e que em vão vão
Ao encontro dos que nunca irão e sempre errarão o caminho
Sozinhos, perdidos com o mapa na mão esquerda
Esquerda, contrário, armário fechado pra quem não quer nada
Nada, estrada sem fim no sentido finito que nada tem e que tudo detém
Além, aquém, de quem quer nunca voltar pro final
Afinal, nada lá tem senão o fim
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